"O Julgamento de Nuremberg"

"O Julgamento de Nuremberg"

Talvez seja este o julgamento mais conhecido da História. Um dos precursores que despertou a necessidade de uma Justiça Penal Internacional.

O Direito Internacional se caracterizou, durante sua história, como regulador das relações “inter nationes”, relações entre Estados soberanos, responsabilizando-os quando do descumprimento de uma de suas normas.

Não se havia visto, até então, a responsabilização individual (pessoal) por atos de interesse internacional. Ao menos, ainda não se tinha visto propriamente um Tribunal idealizado para tanto.

E tal Tribunal (agora já o de Nuremberg) efetivamente não existia quando da prática dos fatos que nele foram julgados. O exemplo clássico de Tribunal “ad hoc”, cujas competências e regras procedimentais são estabelecidas pós-fatos. Imparcialidade duvidosa.

A necessidade da criação de um Tribunal permanente para julgamento de crimes de relevância internacional se torna, principalmente a partir daí, preocupação das Organizações Internacionais.

Hoje temos, como se sabe, o Tribunal Penal Internacional, competente para julgamento de crimes contra a humanidade, crimes de agressão, de guerra e de genocídio. Para tais crimes, portanto, os problemas advindos da criação de Tribunais “ad hoc” já estão – em tese – solucionados.

Importante assistir ao filme “O julgamento de Nuremberg” para se conhecer melhor a História da Justiça Penal Internacional.

Abaixo, a sinopse do filme:

“Com o fim da Segunda Guerra Mundial, os países aliados reuniram-se em Nuremberg, na Alemanha, para decidirem o destino de oficiais nazistas, julgados por seus bárbaros crimes, cometidos nos campos de concentração, em nome da loucura do III Reich. Entre eles está o notório Hermann Goering (Brian Cox, de Coração Valente). Com os ombros pesados pela responsabilidade e todos os olhos do mundo voltados para aquela corte, o promotor Robert Jackson (Alec Baldwin, de O Sombra), questiona os direitos dos acusados. É como fazer valer a justiça no mais importante julgamento da história. Com ricos detalhes sobre O Julgamento de Nuremberg, este filme – cuja produção executiva é co-assinada por Alec Baldwin – manteve-se fiel até às transcrições das fitas gravadas na corte, aqui também reproduzida fielmente. Todo o drama e dilema dos acusadores foram minuciosamente recriados nesta produção inquestionavelmente perfeita”.

ASSISTA AO TRAILER: https://www.youtube.com/watch?v=Q5E-5D13PIE

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